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Queijos e Vinhos

Ingredientes Ardilosos

Alguns ingredientes Ardilosos.Ingredientes para ficarmos alertas.Alcachofras: Sabor metálico e amargo ou extremamente doce ao vinho.Dica. Expremer limão e buscar brancos ácidos.

Aspargos: Sabor acentuado, exótico, vai muito bem com Sauvignon Blanc e tintos como Cabernet Franc.

Erva-doce: Não produz um conflito enorme, mas melhor com brancos.Mas nada impeça de ser ir de tintos.

Espinafre: Sabor metálico e amargo.Dica. Com manteiga , um bom chardonnay, com limão , um branco ácido, apenas ela, um bom Pinot Noir.

Trufas: Afinidade com a uva Nebbiolo, Merlot, Borgonhas tintos, Champagne e Chardonnay.

Sorvete: Efeito entorpecente nas papilas gustativas.Moscatéis, tanto licorosos como em forma de Espumantes.Asti.

Sardinha: Vinho verde, Soave, Trebbiano.

Peixe defumado: Riesling, Champagne.

Vinagre: Vinhos ácidos com toque adocicados.Spatlese.

Alho: Incorporando pratos e cozidos não apresentam problemas.Na Forma crua, brancos secos.

Gengibre: Sabor exótico.Gewurztraminer, Viognier.

Ovos: Sempre uma combinação difícil por sua textura.Em molhos e cremes, Chardonnays com pouca madeira.

Hortelã: Cabernet Sauvignon Austrálianos.

Lima: Verdelho, Furmint

Queijos: Difícil harmonização. Sabor intenso e forte, gordura, acidez elevada, salgado e textura viçosa.Preferir brancos secos.Tintos tânicos queijos duros, Sauvignon Blanc para queijo de cabra, tintos jovens e de pouco taninos para queijos moles, vinhos doces como sauternes e porto, para queijos azuis como roquefort e gorgonzola.

Enfim, regras são feitas muitas vezes para ajudar. Por muitas vezes são quebradas, mas da mesma forma que falamos muitas vezes ironicamente que a experiência no mundo dos vinhos para as pessoas é pela litragem, sem dúvida , conhecer mais sobre essa harmonização de pratos , sabores , aromas e, vinhos, vem do que lemos, dos nossos testes, e principalmente dos nossos erros.Não devemos jamais de parar de brincar , e arriscar , para encontramos casamentos sublimes, ou melhor, o chamado “Terceiro Sabor”.

Um pouco de harmonização

Normalmente quando pensamos em harmonizar um bom vinho com um prato, a primeira coisa que nos vem à cabeça é a regra que estamos acostumados a ouvir na maioria das conversas sobre o assunto.Vinhos brancos para carnes brancas e peixes, vinhos tintos para carnes vermelhas, harmonizar seguindo um padrão regional, culinária Portuguesa com vinhos Portugueses, comidas Francesas, com vinhos Franceses.Se pensarmos francamente, não estamos errados, pois os apaixonados enólogos , trabalham, estudam, para produzir vinhos mágicos, e os fazem para serem acompanhados exatamente nos pratos que eles apreciam.Se colocarmos um pouco de história na balança, essa empatia durou anos convivendo harmoniosamente, pois a culinária era simples e objetiva, os pratos eram regionais, e a maioria politicamente bairristas, estavam satisfeitos com isso.

Mas veio a globalização, o intercâmbio, chefes de cozinha , viajando o planeta, em busca de novos desafios e experiências.Hoje encontramos, além dos pratos regionais,culinária Francesa com pitadas de Índia, pratos Espanhóis com caprichos franceses ,etc,etc etc…

Isso sem dúvida, abriu novos desafios, nos obrigando a acrescentar nessa nossa regrinha conhecida, outros parâmetros importantes para uma perfeita harmonização. O peso do prato, sua intensidade de aromas, a acidez, que preenche nossa boca, a quantidade de sal, a pimenta utilizada, a doçura que nos é apresentada.

Todos esses fatores , de um lado complicaram essa harmonização simples e direta mantida a anos, mas por outro lado, aproximou mais, casamentos que não imaginávamos, entre uma comida, e vinho. Uma detalhe demasiadamente importante, que jamais podemos esquecer, que harmonizar pratos e vinhos, não é descobrir parcerias perfeitas e exclusivas, principalmente porque essa conclusão é uma coisa muito pessoal, gostos, aromas, de como sentimos o “Drink- ability”, ou o “Eat-ability”, sensação que preenche a nossa boca, o nosso nariz, os nossos sentidos, varia de pessoa para pessoa,e o fato que temos que descobrir, escolher, aquelas cuja aproximações são mais felizes para nós e não para os outros.

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